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Amazônia - O Pulmão do Planeta

Com 60% de sua área em território brasileiro, mais de 200 espécies diferentes de árvores por hectare, 1.400 tipos de peixes, 1.300 pássaros e 300 de mamíferos, totalizando mais de 2 milhões de espécies, a Amazônia representa um terço de toda a área de florestas tropicais do mundo e é essencial para o clima e a diversidade biológica do planeta.
Área de 5,2 milhões de km² , correspondente a 61% do território nacional
16, 5 milhões de habitantes
12% da população do país
Densidade demográfica de 3,2 habitantes/km²
Maior bacia de água doce do planeta (considerando o aumento populacional e a redução das fontes, a água será uma riqueza inestimável no século XXI)
Mais de 200 espécies diferentes de árvores por hectare
1.400 tipos de peixe
1.300 espécies de pássaros
Mais de 300 mamíferos diferentes
Maior fonte natural no mundo para produtos farmacêuticos e bioquímicos
Áreas de florestas tropicais equivalentes a 1/3 do total do planeta (estimando-se em US$ 1,7 trilhão a reserva de madeiras de lei)
Mais de 30% da biodiversidade da Terra
Jazidas minerais de metais nobres dos mais variados tipos, acumulando recursos da ordem de US$ 1,6 trilhão
Último espaço inexplorado do planeta, com terras propícias à ocupação, significando a possibilidade de aumentar-se entre 60 a 80% o potencial agrícola do país.

Potencial econômico em:
Minerais
Madeiras
Flora
Agropecuária
Biodiversidade
Fonte de matérias-primas farmacêuticas

Amazônia, ampla região natural que se estende entre o maciço das Guianas e o Planalto Brasileiro, e desde o Atlântico até os Andes, na América do Sul, com uma superfície de 7 milhões km2 compartilhada pelo Brasil (em sua maior parte), Guiana Francesa, Suriname, Guiana, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia.
Tudo na Amazônia é superlativo: a maior floresta tropical úmida do mundo se encontra em torno da mais extensa rede fluvial do planeta, que por sua vez movimenta o maior volume de água doce disponível na Terra. Ao desembocar no Atlântico, o rio Amazonas tem um caudal de 100 mil m3 por segundo, causador do fenômeno conhecido como pororoca, e a evaporação de parte desse líquido é responsável pelas abundantes chuvas (em torno de 2.500 mm ao ano) que garantem a sobrevivência da vegetação .
Em linhas gerais, a região amazônica corresponde à bacia do Amazonas e seus mais de mil afluentes; mas a parte sul dessa rede fluvial está numa outra região natural, a do cerrado do centro do Brasil , enquanto a maior parte da bacia do Orinoco e dos rios das Guianas tem características amazônicas. A inclusão da extensa região dos cerrados do centro do Brasil na área amazônica é produto do conceito de Amazônia Legal, estabelecido pelo governo brasileiro em 1966, que considera parte dos estados do Maranhão e Mato Grosso, bem como a totalidade do estado de Tocantins, como integrantes daquela região, com a finalidade de que também se beneficiassem dos incentivos fiscais criados para os estados realmente amazônicos.
Sua conformação física corresponde à sua origem sedimentar, alimentada pela erosão dos últimos contrafortes andinos e dos dois antigos escudos pré-cambrianos (o maciço das Guianas e o Planalto Central do Brasil) que a definem, ao norte e ao sul. O resultado foi uma amplíssima depressão com um ligeiro caimento para o leste, que explica as numerosas curvas dos rios amazônicos e o caráter inundável da maior parte do território.
Se vista de um avião a Amazônia parece um imenso tapete verde bastante homogêneo; por baixo das copas das árvores se distingue uma diversidade que é condicionada pela relação entre o terreno, a vegetação e as águas, além de evidenciar a existência de vários "andares" de vegetação, cada um com características próprias bem marcadas.
A chamada várzea alta ou pestana é substituída pelas terras que só são inundadas nas enchentes excepcionais e, por contar com os solos de melhor qualidade, é a parte mais habitada da floresta.
As várzeas são aquelas áreas que permanecem inundadas durante quatro ou cinco meses por ano, na estação das chuvas, o que limita consideravelmente sua utilização econômica, enquanto os igapós, ou floresta inundada, correspondem às áreas que, mesmo ocupadas por vegetação arbórea, permanecem sob as águas a maior parte do ano (nove a dez meses).
Além dessas diferenças, em vários setores aparecem terras altas de pouca fertilidade que são ocupadas por campos abertos com vegetação de transição, como os lavrados de Roraima e os llanos da Colômbia e a Venezuela, verdadeiras ilhas de pradaria em meio à exuberância vegetal da floresta.
Essas características, que por um lado alimentam a enorme biodiversidade da região, que conta com mais de 60 mil espécies só de árvores, por outro lado determinam a considerável fragilidade dos ecossistemas amazônicos. As árvores gigantescas (algumas ultrapassam os 100 m de altura) vivem muito mais do húmus produzido pela vegetação em decomposição do que dos nutrientes dos solos pobres, que seriam rapidamente degradados se privados de sua cobertura vegetal.
A ocupação humana, que se intensificou na segunda metade do século XIX durante o chamado "ciclo da borracha", não ameaçava diretamente aquele equilíbrio uma vez que não precisava retirar as árvores; a economia coletora dos seringueiros, assim como a extração das chamadas "drogas do sertão", destinadas à produção de medicamentos, harmonizava-se com o equilíbrio ecológico.
Essa economia combinava com uma reduzida criação de gado nas áreas abertas e a existência de pouquíssimos centros urbanos de certa importância, como Iquitos, Leticia, Manaus, Óbidos, Santarém e Belém do Pará.
No entanto, especialmente nas últimas duas décadas, a ocupação do território adquiriu novas características que claramente entram em conflito com a preservação do meio ambiente.
A criação da Zona Franca de Manaus teve como resultado um crescimento demográfico sem precedentes na região, e esse impacto foi complementado com a atividade de garimpeiros e empresas mineradoras no amplo arco que acompanha a vertente sul do maciço das Guianas e nas bacias dos afluentes da margem direita do Amazonas. O garimpo, em particular, teve conseqüências graves do ponto de vista ambiental, devido à contaminação por mercúrio dos rios amazônicos.
A isso se somou o avanço da pecuária, trazendo consigo as grandes queimadas destinadas a eliminar a vegetação arbórea para abrir espaço às pastagens, e mais recentemente à atividade das madeireiras, que exploram as madeiras nobres requeridas pelos mercados consumidores dos países ricos.
A proliferação de centros urbanos, cada vez mais numerosos, cria novas necessidades de terras agrícolas próximas, e o resultado global dessa situação é que dez por cento da área total amazônica já foi desmatada.
Os riscos dessa ocupação desorganizada foram postos em evidência em março de 1998, quando as queimadas feitas pelos agricultores no estado de Roraima saíram do controle humano, com a ajuda da seca que afetava a região desde novembro, e provocaram o mais grave incêndio registrado em terras amazônicas. Segundo o governador de Roraima, foram seriamente afetados 40 mil km2 de campos abertos e 10 mil km2 de florestas, enquanto técnicos do grupo ecológico Amigos da Terra calcularam que a quantidade de carbono liberada na atmosfera pelo incêndio foi equivalente à poluição produzida por todas as indústrias de São Paulo em dez anos.

Amazônia = Europa = 5.200.000 Km² Mapa comparativo entre a Amazônia e a Europa
Fauna amazônica
Os peixes e seus companheiros dos rios foram os primeiros moradores do Éden, afinal foi n'água que tudo começou.

Pirarucú
Pirarucú


Piranha cajú

Piranha cajú


Pirarara
Pirarara


Tambaqui
Tambaqui


Peixe-boi
Peixe-boi


Tucunaré
Tucunaré

 

 

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